
Ele foi o assunto das minhas conversas, o motivo dos meus sorrisos, das minhas lágrimas também. Quando eu ia fazer algo pensava se isso iria fazer com que ele ficasse bem, ou não se magoasse. Com ele existiam as melhores conversas, melhores discussões, melhores apelidos, brigas, brincadeiras. Ele era meu príncipe, meu bebê, meu chato, insuportável, idiota, criança, era meu. Só que dói dizer que era.
(Nina Castro)